~gabito
beijos, julie.
Eu sou apenas a garota angustiada, de cabeça metralhadora, de tremedeira na existência, de maxilares travados de tanto que dói gostar tanto de tudo.
~gabito
beijos, julie.

Negue que foi bom ter acontecido, negue que foi importante, negue que algo mudou dentro da gente, daqui para o resto de nossos dias, a perder de vista. Mas estou lembrando de tudo isso agora, e que sei ela também está, aonde estiver. Mas não importa mais. Algumas pessoas apenas não nascem para ficar juntas, digo juntas-juntas, embora seus encontros físicos sejam bem românticos e inesquecíveis. Vai ver é isso que querem dizer quando dizem que tudo isso é um jogo. Se você foi derrotado, não faz sentido ficar depois assistindo as reprises dos melhores momentos. Só tope jogar se souber perder. E eu perdi. Nós perdemos. Para nós mesmos, ou seja, perdemos para quem a gente é. — Gabito Nunes
beijos, julie.
~gabito nunes
beijos, julie.

Vinte e cinco segundos. Eu contei. Vinte e cinco segundos podem representar sua ruína. É o tempo que dura aquela cena no elevador, quando Tom está escutando “There Is a Light That Never Goes Out” e ela, graciosamente chega perto diz “Eu amo os Smiths!” e ainda canta um trechinho da canção feito um gatinho doente, dançando com olhos e pescoços e franjas e todos aqueles quilômetros de lábios róseos feito morango em foto publicitária. Vinte e cinco segundos, cara. E você foi surrupiado de si mesmo e está fodido por uns cinco anos. Gabito Nunes
beijos, julie.

Ou voltado e procurado você para conversar, escutar por que as coisas não podem ser do meu jeito. — Gabito Nunes
beijos, julie.
~gabito nunes
beijos, julie.
saudadessssssss
beijos, julie.